Tempo, tempo.... que passa que voa
A gente nem percebe.
A gente nem percebe.
Somos maquinistas, somos condutores, somos passageiros e passamos....
....muitas vezes pelos mesmos lugares, sem darmos conta das particularidades, do cotidiano.
Do vaso de flores que enfeita a vereda. Da pintura desbotada de uma casa. Do extenso corredor da residência ao final da rua. Das pessoas, de alguns sons particulares, que não são carros, buzinas ou motocicletas desenfreadas.
Caminhar liberta o pensar, o olhar, o sentir, o perceber
Quantas novidades existem ao nosso redor e muitas vezes nem notamos?
Convide seus olhos a passear. Preste atenção nos sinais. Não apenas nos semáforos, mas nas metáforas da cidade. Faça um caminho diferente. Reflita e repense o seu lugar, o seu espaço ou até mesmo o seu lugar no espaço!
